Vai levar seu pet para Portugal? Um erro na sequência pode atrasar toda a viagem.
Microchip, vacina, CVI e prazos precisam estar coerentes. O processo pode variar conforme histórico do pet, sequência de vacinação, microchip e prazos — por isso não existe um único caminho válido para todos os casos. Antes de qualquer emissão, o ideal é entender exatamente o seu caso.
— exigências específicas para entrada de pets
para todo o Brasil
Credenciada MAPA · Insc. MV00622882024
Antes de comprar a passagem: se você já tem data ou recebeu informações diferentes, é aqui que erros acontecem. Um prazo mal calculado ou uma sequência incorreta pode comprometer a viagem.
O processo parece simples. Nem sempre é.
Viajar com pet para Portugal é um destino muito procurado — especialmente para quem está se mudando. Mas o processo de documentação veterinária envolve etapas que dependem do histórico do animal e das regras vigentes da União Europeia.
Informações divergentes no mercado
É comum encontrar orientações diferentes sobre o que é exigido para entrar em Portugal. Cada fonte menciona uma exigência diferente — e nem sempre está atualizada.
Possível necessidade de sorologia
Dependendo do histórico vacinal do pet, pode ser necessário um exame de sorologia antirrábica — que exige prazo mínimo e laboratório específico.
Sequência importa
Microchip, vacina e certificado precisam seguir uma ordem correta. Realizar etapas fora de sequência pode invalidar documentos e atrasar o processo.
Risco de erro documental
Documentação incorreta ou com dados divergentes pode gerar retenção do animal na fronteira ou necessidade de retorno ao Brasil.
Cães e gatos podem ter exigências distintas
As orientações abaixo refletem exigências geralmente associadas à entrada de pets na União Europeia. Cada caso será avaliado individualmente — o histórico vacinal e o calendário de viagem determinam o que se aplica.
Cães — documentação veterinária obrigatória
- Microchip padrão ISO 11784/11785 — geralmente exigido antes da vacinação antirrábica
- Vacinação antirrábica válida, aplicada após implantação do microchip
- Pode ser exigido exame de sorologia antirrábica, dependendo do histórico vacinal e das regras vigentes
- CVI emitido por veterinário credenciado MAPA, conforme exigências da União Europeia
- Tratamento antiparasitário pode ser exigido dependendo do destino e da espécie
- Planejamento recomendado: consultar com antecedência mínima de alguns meses
Gatos — processo semelhante, com particularidades
- Microchip ISO geralmente obrigatório, com a mesma sequência recomendada (antes da vacina)
- Vacinação antirrábica válida pode ser exigida, conforme regras vigentes do destino
- Sorologia pode ser necessária dependendo do histórico vacinal, assim como para cães
- CVI emitido por veterinário credenciado MAPA
- Tratamento antiparasitário: verificar exigência específica para felinos no destino
- Avisar a companhia aérea com antecedência sobre transporte de gatos
Da análise à documentação correta
Análise do pet, destino e data
Avaliamos espécie, data prevista de viagem e estado de saúde geral. Para Portugal, entendemos se é mudança definitiva ou temporária — isso pode impactar o processo.
Verificação do microchip e histórico vacinal
Checamos se o microchip é ISO-compatível, se está na sequência correta em relação à vacina antirrábica e se o cartão de vacinação está completo e legível para emissão do CVI.
Definição do que é necessário para o caso
Identificamos se o exame de sorologia antirrábica é necessário, qual o laboratório indicado e os prazos envolvidos. Apresentamos um cronograma claro antes de iniciar.
Apoio em exames e certificados
Orientamos cada procedimento. Para clientes fora de Floripa, indicamos como conduzir as etapas localmente com veterinário credenciado MAPA na sua cidade.
Emissão do CVI
Emitimos o Certificado Veterinário Internacional conforme as exigências vigentes para entrada na União Europeia — documento assinado por veterinário credenciado MAPA.
Revisão final antes do embarque
Conferimos toda a documentação na reta final para garantir que prazos de validade, sequência de procedimentos e dados do animal estão corretos e consistentes.
Por que Portugal ainda gera dúvidas?
A proximidade cultural com o Brasil faz com que muitos tutores suponham que o processo de documentação é simples — afinal, é "quase a mesma língua". Na prática, Portugal integra a União Europeia e aplica as regras comunitárias de entrada de animais.
Isso significa que o processo exige CVI, microchip e vacinação em dia — e, dependendo do histórico do pet, pode envolver exame de sorologia antirrábica com prazo mínimo.
Atendimento domiciliar em Florianópolis.
Assessoria 100% remota para todo o Brasil.
Antes de comprar a passagem:
- Confirme a política de transporte de pets da companhia aérea
- Verifique se o porte e raça do pet são aceitos em cabine ou porão
- Considere o prazo do CVI — tem validade limitada a partir da emissão
- Consulte a Vet House antes de iniciar qualquer procedimento
Clareza, confiança e processo simplificado
Se você está inseguro com as exigências ou já recebeu orientações diferentes, isso é mais comum do que parece. Cada caso precisa ser analisado antes de qualquer decisão — análise antes de qualquer emissão.
"Me salvou"
Recebeu orientações contraditórias de diferentes fontes — saiu com um cronograma claro e o pet embarcou sem problemas.
"Trouxe clareza"
Outras empresas davam informações diferentes sobre o processo para Portugal. Aqui teve resposta objetiva com os próximos passos.
"Outras empresas davam informações diferentes"
Cada fonte dizia uma coisa. Aqui teve clareza sobre o que realmente se aplicava ao caso específico do pet.
Muitos tutores chegam até a Vet House com um histórico de informações contraditórias: uns disseram que precisa de sorologia, outros disseram que não precisa; uns disseram que o processo demora meses, outros disseram que demora semanas. Essa confusão é real e comum no mercado.
Nossa função é organizar esse cenário — sem pular etapas e sem prometer o que não pode ser confirmado antes de analisar. Um plano claro com cada etapa, prazo e responsabilidade definidos.
Chegar a Portugal com seu pet sem contratempos
Documentação incompleta, histórico vacinal com lacunas ou datas divergentes podem gerar retenção do animal na fronteira ou obrigação de retorno. O processo começa muito antes do check-in.
Análise antes de qualquer procedimento
Verificamos o histórico vacinal e o microchip antes de indicar qualquer etapa. Evitamos procedimentos desnecessários e identificamos o que realmente falta.
Cronograma real por caso
Não orientamos com base em prazos genéricos. O cronograma é definido após a análise — com data de cada etapa e margem de segurança antes do embarque.
Suporte remoto nacional
Para clientes fora de Florianópolis, toda a assessoria é conduzida remotamente via WhatsApp. Orientamos as etapas locais com veterinário habilitado na sua cidade.
CVI assinado por credenciada MAPA
O Certificado Veterinário Internacional para a União Europeia exige assinatura de veterinário credenciado MAPA. A Dra. Elke Louise está habilitada (Insc. MV00622882024).
Revisão documental antes do voo
Conferimos toda a documentação na reta final — validade do CVI, coerência dos dados, sequência de procedimentos — antes que você vá ao aeroporto.
Atendimento humano e direto
Sem respostas automáticas. Você fala diretamente com a equipe da Vet House — do diagnóstico inicial à confirmação do embarque.
Perguntas sobre viajar com pet para Portugal
Vai para Portugal com seu pet?
Comece pela orientação certa.
Antes de iniciar qualquer procedimento, envie seu caso. A Vet House avalia o histórico, o destino e o prazo para orientar o caminho mais seguro — sem pular etapas e sem prometer o que não pode confirmar sem analisar.
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Conforme exigências da UE
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