Proteção é melhor que tratamento. Vacinação em casa, com avaliação clínica antes de cada dose.
Protocolos individuais para cães (V8/V10 + antirrábica), gatos (V3/V4/V5 + antirrábica) e vacinas para viagem internacional — aplicados no conforto do lar em Florianópolis, com exame clínico e orientação responsável antes de qualquer injeção.
protocolos individuais por caso
sem estresse de transporte
Insc. MAPA: MV00622882024
Vacina atrasada não protege. Imunidade exige reforço dentro do prazo correto. Pet com calendário interrompido pode precisar reiniciar o esquema — converse com a Vet House antes de assumir que está em dia.
Vacina não é "só uma picada".
Aplicar vacina em pet doente, com a frequência errada, sem exame clínico ou para o pet errado pode gerar imunidade falsa, reação adversa ou simplesmente não proteger. Protocolo vacinal sério começa com avaliação antes — não com a injeção.
Vacina atrasada não protege
Imunidade depende de reforço dentro do prazo. Atraso de meses pode exigir reinício do esquema, especialmente em filhotes ou pets que mudaram de fase. Não basta "aplicar mais tarde".
Pet doente não pode vacinar
Aplicar vacina em pet com febre, vermifugação ativa, recém-cirurgia ou imunossuprimido pode causar reação grave ou falha vacinal. Por isso o exame clínico antes é essencial — não é formalidade.
Gato tem protocolo próprio
Vacinas felinas (V3/V4/V5) cobrem doenças diferentes das caninas. Aplicar vacina canina em gato é erro técnico básico. Gatos também são mais sensíveis ao estresse — coleta domiciliar é praticamente obrigatória.
Estilo de vida muda o protocolo
Pet que vai a parque, creche, hotel ou viagem internacional precisa de vacinas extras (gripe canina, giárdia, antirrábica reforçada). Pet 100% indoor pode ter esquema mais simples. Não existe "vacina padrão para todos".
Cães, gatos e viagem internacional
Cada protocolo é definido individualmente — idade, peso, histórico, estilo de vida e exposição a riscos. As listas abaixo cobrem as vacinas mais frequentes em medicina veterinária moderna.
Protocolo canino completo
- V8 / V10 (Polivalente) — cinomose, parvovirose, hepatite, parainfluenza, coronavirose, leptospirose
- Antirrábica — anual obrigatória
- Gripe canina (tosse dos canis) — para pet social
- Giárdia — para pet que frequenta parques
- Leishmaniose — em áreas endêmicas
- Esquema filhote: 3 doses iniciais + reforços
- Esquema adulto: reforço anual conforme calendário
- Idoso: avaliação clínica antes de cada reforço
Protocolo felino completo
- V3 (Tríplice felina) — panleucopenia, rinotraqueíte, calicivirose
- V4 (Quádrupla) — V3 + clamidiose
- V5 (Quíntupla) — V4 + FeLV (leucemia felina)
- Antirrábica felina — anual
- FIV/FeLV — teste antes do protocolo FeLV
- Esquema filhote: 2-3 doses iniciais + reforços
- Esquema adulto: reforço anual
- Idoso e imunossuprimido: critério clínico individual
Vacinas para CVI
- Antirrábica internacional — com microchip ISO válido
- Titulação antirrábica (FAVN/RFFIT) — para destinos rigorosos (UK, Austrália)
- Esquema vacinal completo atualizado
- Documentação para emissão de CVI
- Coordenação com prazo de viagem
- Integrado com assessoria CVI da Vet House
- Veja: página de viagens CVI
Do exame clínico ao próximo reforço
Contato e histórico vacinal
Via WhatsApp, recebemos informações iniciais: idade do pet, carteira de vacinação atual, estilo de vida (indoor/outdoor, viagens, creche) e queixa clínica se houver.
Definição do protocolo
Com base no histórico, idade e exposição, definimos quais vacinas são necessárias, ordem de aplicação e cronograma de reforços. Protocolo individualizado, não kit fechado.
Exame clínico antes da dose
No dia da aplicação, exame físico completo: aferição de temperatura, ausculta cardíaca/respiratória, palpação, avaliação de mucosas. Pet doente ou febril não vacina — remarcamos.
Aplicação no domicílio
Vacina aplicada com técnica adequada (subcutâneo geralmente, exceto antirrábica intramuscular em alguns protocolos). Local registrado para vigilância de reação local.
Vigilância pós-vacinal
Orientação ao tutor sobre sinais de reação adversa (vômito, urticária, letargia, edema facial). Em pets de primeira vacinação ou histórico de reação, recomendamos permanência prolongada no domicílio após aplicação.
Carteira atualizada + próximo reforço
Registro da vacina na carteira (digital ou física), com data, lote e nome da vacina aplicada. Agendamento ou orientação para o próximo reforço dentro do prazo correto.
Por que vacinar em domicílio é mais seguro?
Pet em clínica veterinária pode estar exposto a outros animais doentes na sala de espera, contraindo doenças justamente em uma visita preventiva. Em casa, esse risco zera.
Pet estressado também pode mascarar sinais clínicos durante o exame pré-vacinal. Em ambiente familiar, a aferição é mais fiel — pet relaxado entrega dados que ajudam a decidir se está apto a vacinar naquele dia.
Atendimento em toda Florianópolis.
Carteira digital + lembretes de reforço.
Quando vacinação domiciliar é especialmente indicada?
- Filhote — primeiras vacinas com vigilância
- Gato (qualquer idade) — estresse altera tudo
- Pet idoso ou imunossuprimido
- Pet com histórico de reação vacinal
- Múltiplos pets em casa — todos no mesmo dia
Proteção séria, sem estresse
Vacinação em dia é o cuidado mais barato e eficiente que existe. Mas não basta "dar a vacina" — protocolo individual, exame clínico antes e acompanhamento pós aplicação fazem diferença real na proteção do pet. É medicina preventiva séria, não procedimento de balcão.
"Filhote vacinado em casa"
Filhote recém-adotado, ainda sem todas as vacinas. Aplicação domiciliar evitou exposição a outros animais em clínica durante esquema completo.
"Gato sem trauma"
Gato que sempre se escondia no dia da clínica deixou aplicar a V4 + antirrábica em casa sem estresse. Carteira em dia, sem trauma associado.
"Calendário organizado"
Lembretes de reforço por WhatsApp + carteira digital atualizada — primeira vez que conseguimos manter pet com vacinação sem atraso.
Vacinação é o investimento de menor custo e maior retorno em saúde animal. Doenças cobertas pela vacinação — cinomose, parvovirose, raiva, panleucopenia — são graves e às vezes fatais. Prevenir é radicalmente mais barato e mais humano que tratar.
Nossa função é fazer isso bem feito: protocolo individual, exame clínico antes, técnica adequada, vigilância pós-vacinal e carteira atualizada. Sem pular etapas.
Vacinação como medicina preventiva — não procedimento de balcão
Vacinar bem feito exige avaliação clínica antes, técnica adequada, vigilância depois e calendário organizado. Não é apenas "aplicar a dose" — é proteção responsável.
Exame clínico antes da dose
Aferição de temperatura, ausculta, avaliação geral. Pet doente ou febril não vacina — remarcamos. Não é formalidade, é segurança vacinal.
Cadeia do frio respeitada
Transporte das vacinas em recipiente térmico com controle de temperatura. Vacina exposta a calor perde eficácia — sem essa cadeia preservada, a aplicação pode não proteger de verdade.
Sem exposição na sala de espera
Filhote ou idoso vacinado em clínica pode ser exposto a outros pets doentes em circulação. Em casa, esse risco é eliminado — especialmente importante para esquema inicial de filhotes.
Lembretes e carteira digital
Carteira de vacinação atualizada após cada aplicação. Lembretes via WhatsApp antes do próximo reforço — pet sem atraso, tutor sem ter que controlar planilha mental.
Protocolo individual
Vacinas para o pet específico — idade, exposição, viagens, histórico de reação. Não vendemos kit fechado, indicamos o necessário com base clínica.
Atendimento humano e direto
Sem respostas automáticas. Você fala diretamente com a equipe da Vet House — do agendamento ao acompanhamento pós-vacinal.
Perguntas sobre vacinação veterinária
Vacina é o investimento mais barato em saúde animal.
Faça bem feito.
Filhote, gato, pet idoso, viagem internacional ou esquema de manutenção — agende a vacinação domiciliar. Protocolo individual, exame clínico antes, vigilância pós-vacinal e carteira sempre atualizada.
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Cadeia do frio preservada